Camila Valadão 50180
Um mandato que transforma lutas em direitos. Em menos de 4 anos, uma mulher negra, mãe e assistente social no centro das decisões fez história na Assembleia. Agora queremos avançar ainda mais, sempre por nós.
Um Estado justo precisa reconhecer que nem todas as pessoas partem do mesmo lugar. Por isso, nossas políticas começam por quem enfrenta mais desigualdade, violência e dificuldade para acessar direitos.
A vida das mulheres é pauta central do nosso mandato. Numa Assembleia com apenas quatro mulheres entre trinta parlamentares, nossa atuação não pode ser só simbólica, é preciso ser motor de transformação. As mulheres precisam viver com segurança, autonomia e liberdade. Isso exige leis, orçamento, serviços públicos e uma rede de proteção que funcione de verdade.
O racismo está presente na violência, na dificuldade de acesso ao trabalho, na escola, na saúde e em diferentes serviços públicos. Enfrentá-lo exige políticas que protejam a vida da população negra, combatam as desigualdades e garantam direitos.
Defender a população quilombola é garantir o direito à terra, proteger suas tradições e fazer com que as políticas públicas cheguem aos territórios.
Nenhuma decisão que afete os povos indígenas deve ser tomada sem a participação deles. Defendemos a proteção dos territórios, o respeito às culturas e a garantia de direitos.
Toda pessoa tem o direito de viver com liberdade, segurança e respeito. Nosso compromisso é enfrentar a LGBTfobia e garantir dignidade, oportunidades e direitos à população LGBTQIA+.
Garantir os direitos das crianças e dos adolescentes é cuidar de cada etapa da vida: da gestação ao nascimento, do direito de brincar ao acesso à educação, à cultura e à proteção contra todas as formas de violência.
A juventude quer construir seu próprio caminho. Nosso compromisso é garantir educação, trabalho, renda, cultura, mobilidade e voz nas decisões que afetam sua vida.
Acessibilidade não é favor. É condição para que todas as pessoas participem da vida pública com autonomia e dignidade.
Direitos precisam sair do papel e fazer diferença na vida das pessoas. Para isso, defendemos serviços públicos fortes, profissionais valorizados e políticas que funcionem em cada bairro, município e comunidade.
Serviços públicos de qualidade dependem de gente suficiente para atender a população. Por isso, defendemos concursos, nomeações, carreiras valorizadas e condições dignas de trabalho.
Saúde pública de qualidade é ter atendimento perto de casa, profissionais suficientes, acesso a exames e tratamentos e cuidado com respeito, sem abandono nem violência.
A escola pública precisa acolher, ensinar, formar pensamento crítico e garantir condições dignas para estudantes e trabalhadores.
Ter onde morar com segurança muda a vida de uma família. Por isso, nenhuma remoção deve acontecer com violência, sem diálogo ou sem uma alternativa digna para quem será retirado.
Circular pela cidade e pelo interior com segurança e dignidade é parte do direito à educação, ao trabalho, à saúde e ao lazer.
Cultura é direito, trabalho, memória e identidade. O poder público precisa apoiar quem mantém viva a cultura capixaba.
A crise climática atinge com mais força quem vive em áreas de risco, depende da pesca ou da agricultura e enfrenta enchentes, calor extremo, poluição e falta de infraestrutura. Proteger o meio ambiente é proteger vidas.
Terra precisa cumprir uma função social: produzir alimentos, gerar trabalho e garantir vida digna. Por isso, defendemos a reforma agrária, a agricultura familiar e o direito das famílias de permanecerem no campo.
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